terça-feira, 22 de julho de 2008

Lagoa de Sto André - 2008


XIII Corrida da Lagoa de Santo André – Ano do Galeirão

O tempo mudou. O calor tórrido da manhã e do início da tarde deu lugar a um tempo mais fresco, com o céu completamente coberto de nuvens e sem sinais de vento. A temperatura parecia a ideal para uma prova de 10 kms, embora houvesse mais humidade que a desejada.

A chegada à Lagoa de Santo André foi tardia e já sem tempo para todos os afazeres habituais, sobretudo para um aquecimento apropriado.

A época já vai longa e os objectivos cumpridos, logo porque não encarar esta prova como um treino? Foi o que fizemos, até porque o ambiente é propício ao convívio e ao veraneio. 610 atletas chegaram à meta depois de percorrerem os 10 quilómetros que este ano incluía um percurso em caminho de terra batida, em Brescos, para além das já habituais corridas estrada acima e estrada abaixo.

Outros, cerca de 300, fizeram a 1ª Caminhada da Reserva Natural (Monte do Paio) de cerca de três quilómetros.

Dário Garcias, da Casa de Benfica de Faro, foi o vencedor da 13ª Corrida da Lagoa de Santo André, correndo os 10 mil metros em 32 minutos e 19 segundos. Em senhoras ganhou Cristina Ponte, do GD BV Alverca, com o tempo de 37 minutos e 45 segundos e a 67ª posição na classificação geral.

Júlio Marques e Carlos Correia correram sempre juntos, mais lentos e em aquecimento no início e mais rápidos no final. Na meta registaram a 20ª e 21ª posições, respectivamente, com o tempo de 35 minutos e 17 segundos. Um pouco depois chegou Leandro Ribeiro, no 57º lugar da geral, com o tempo de 37 minutos e 28 segundos. Francisco Santos foi o 144º atleta a cortar a meta com o tempo de 41 minutos e 15 segundos, após o tiro de partida. José Henriques foi o 498º da geral, seguido de João Monteiro que foi o 531º a cortar a meta.

O prémio especial deste ano era um galeirão mais uma vez um medalhão de barro da Artibarro, oferecido pela Junta de Freguesia de Santo André. Só que este prémio não chegou para todos e veio trazer um ponto negativo para a organização. Além do ralídeo o saco incluía a já tradicional t-shirt.

Depois do banho, de água tépida, no Parque de Campismo, o jantar em Sines.
No Mexilhão a recepção foi fria e a comida escasseava. Valeu-nos a vista sobre o porto. E, mais tarde, dois bifes e quatro pares de sarguetas, acompanhados por dois jarros de tinto.

Aqui ficam as classificações completas:

http://www.revistaatletismo.com/Resultados/s_andre_geral08.txt